terça-feira, 27 de dezembro de 2016

E A NOVELA SOBRE A INDUÇÃO DO JOURNEY NO ROCK AND ROLL HALLOF FAME CONTINUA

Arnel Piñeda e Neal Schon, circa 2014
Na semana passada, Neal Schon concedeu entrevista a WZLX FM, de Boston, e um dos assuntos mais abordados foi, logicamente, a merecida indução do Journey no patético Rock And Roll Hall Of Fame.

Você certamente está careca de saber que Schon e Jonatan Cain querem que Arnel Piñeda participe da cerimônia, enquanto a vasta maioria dos fãs (e me incluo nesse grupo) acha que Piñeda pode - e deve - estar lá, mas de maneira alguma deve ser considerado parte da banda que será homenageada.

Sobre como Piñeda se sente em relação a indução do Journey, Schon disse: "Ele tem uma postura muito digna, mais digna do que provavelmente outra pessoa teria. Ele é um cara muito humilde e normal, ele não tem o tipo de ego que o faria dizer 'Hey, espere um minuto! Tenho feito essa coisa toda pelos últimos nove anos e estou aqui há mais tempo que qualquer outro vocalista na historia do Journey, fazendo isso noite após noite'. Ele trabalhou muito. Ele canta demais e isso dá muito trabalho".

Schon continuou: "E, na verdade, Mr. Perry, ele estabeleceu um alto nível para si próprio. Não é como uma simples canção blues que você pode chegar aqui e cantar. Tudo está em alto nível e você precisa se cuidar muito como vocalista para conseguir, no mínimo, fazer essas coisas. Então, Arnel estará lá e espero que ele seja parte disso tudo também".

Sobre o que a banda tocará na cerimônia, Schon disse: "E ainda não sei o que querem que toquemos. Ouvi dizer que você não pode simplesmente escolher o que quer tocar. Você pode sugerir coisas e os produtores decidem".

Quando questionado sobre a possível presença/ausência de Steve Perry na cerimônia, Schon foi diplomático: "Será uma grande oportunidade. Eu gostaria que Steve conhecesse Arnel e acho que seria muito bacana s ele reconhecesse seu trabalho e dissesse 'Obrigado, cara. Você tem carregado nosso legado e todos estão se beneficiando disso, mantendo nosso catálogo vivo'. Porque as bandas simplesmente acabam... Não importa quão excelentes seus álbuns sejam, se você não cair na estrada e não tocar a cada ano e se colocar em frente a seus fãs, você desaparece, e eu acredito que as canções também desaparecem. Então, há muitas razões porque continuamos em cena. É porque estamos trabalhando com tudo isso, estamos na estrada a cada ano".

Finalmente, sobre a possibilidade de Arnel Piñeda deixar Steve Perry assumir a banda na cerimônia de indução, Schon foi categórico: "Arnel se afastaria com prazer, Ele já disse isso um milhão de vezes. A porta sempre esteve aberta para Steve entrar quando quisesse".

Vamos aguardar os próximos capítulos...

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